Visualizando a página de papers do website do OpenBSD, encontrei um vídeo muito interessante de uma palestra sobre o eterno debate entre as licenças GPL e BSD, apresentada por Jason Dixon na NYCBSDCon (New York City BSD Conference) 2008. Buscando outras palestras similares, vi ainda uma outra, no mesmo estilo, que foi apresentada por ele na NYCBSDCon 2006, desta vez sobre uma suposta "morte" dos sistemas operacionais *BSD, divulgada à época pelo IDC/Netcraft.
Confira abaixo os vídeos das duas palestras, intituladas "BSD is Dying" (2006) e "BSD v GPL" (2008). Os vídeos também estão disponíveis em formato MP4, em nosso servidor, aqui e aqui, ou no servidor http://talks.dixongroup.net/ aqui e aqui.
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BSD is Dying - NYCBSDCon 2006
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BSD v GPL - NYCBSDCon 2008
Sobre o palestrante: Jason é o consultor principal do Dixon Group Consulting e um membro respeitado das comunidades BSD. Ele se envolveu com o FreeBSD, NetBSD e OpenBSD como engenheiro de sistemas da Skycache em 2000. Gosta de trabalhar com segurança de tecnologia de redes, freqüentemente projetando sistemas e soluções de produção baseadas em OpenBSD. Ele também apresenta palestras em tecnologias relacionadas a BSD em conferências como a OSCON, LinuxWorld e NYCBSDCon. (Traduzido a partir da página de membros da BSDCertification.org)
Lançado o kernel Linux 2.6.28
Sex, 26 de Dezembro de 2008 09:08
Como esperado, bem a tempo para o Natal, Linus Torvalds lançou o kernel linux 2.6.28. As novidades passam pelo gerenciamento de memória da GPU, o fim da marcação do ext4 como ‘experimental’, melhorias na escalabilidade do gerenciamento de memória e mais. O sumário do kernelnewbies tem os detalhes.
Na sua mensagem de lançamento, Linus [Torvalds] sugeriu aos leitores que aproveitassem o tempo em que os amigos e familiares se dedicavam ao peru de Natal para ir disfarçadamente ao computador e fazer o upgrade, para que no dia seguinte, ao ligá-lo, todos tivessem a surpresa do sistema melhor, e ficassem imaginando como Papai Noel desceu pela chaminé, com seu pen drive em mãos, e instalou a nova versão.
A decisão de tirar a etiqueta “beta” do Chrome atendeu à exigência dos integradores com os quais o Google negocia para distribuir o browser pré-instalado.
Quem conhece a fama do Google de manter seus principais produtos indefinidamente em fase beta, mesmo quando eles já têm milhões de usuários e são muito bem testados, estranhou o anúncio de que o Chrome superou a fase de testes. Apenas cem dias separam o anúncio do primeiro beta e o comunicado de que o browser, agora, é um software oficial.
A agilidade incomum do Google em promover o Chrome teve como alvo atender a uma exigência dos grandes integradores de PCs, com os quais o Google negocia a distribuição do browser já a partir da fábrica.
Para fazer seu navegador decolar, a companhia deseja que PCs novos saiam das lojas com o Chrome configurado como principal navegador. Na esmagadora maioria dos casos, esta configuração favorece o Internet Explorer, da Microsoft.
Os integradores, no entanto, apresentaram resistência em embarcar um produto beta e pressionaram o Google para dar status oficial ao Chrome.
Após um início fabuloso, quando os downloads incessantes fizeram o navegador ultrapassar o Opera em número de usuários, o browser parece ter empacado. Segundo dados da NetRatings, o crescimento do browser estagnou em novembro.
Com a mudança de status, a expectativa é que o Chrome volte a ganhar mercado dos rivais Explorer, Firefox e Safari. A versão oficial, diz o Google, resolveu problemas iniciais como estabilidade e falhas de segurança. Mas o browser continua sem suporte a RRS ou versões para computadores com Linux e Mac.
A Motorola anunciou que não trabalhará mais com o sistema operacional Symbian e utilizará, a longo prazo, as plataformas abertas Android e Windows Mobile.
O comunicado oficial emitido pela Motorola Mobile Device diz que a mudança faz parte de uma série de medidas que visam recuperar a posição da empresa no mercado global.
Todos os aspectos e operações dos dispositivos móveis da empresa serão revistos, a fim de reduzir os custos e poupar US$ 800 milhões de dólares.
Um trecho da nota diz: “Motorola está anunciando que nós planejamos reduzir nossa estrutura de custo por meio de uma série de ações e iniciativas, incluindo a facilidade de racionalização e redução de empregos”.
O plano da empresa é consolidar e simplificar as plataformas do produto, o que acarretará em nenhum novo investimento para Symbian, FSL, LJ e UIQ.
No mesmo pronunciamento, a companhia diz que pretende intensificar os investimentos nos Estados Unidos, na América Latina e em parte da Ásia.
Conforme noticiado anteriormente aqui na PWSys, fizemos o lançamento de nossa área Open Source, e com ela a seção de Tutoriais e Documentação livre (licenciados pela GNU FDL 1.3). Para inaugurar a seção, publicamos uma versão revisada do tutorial sobre o sistema de controle de versões Subversion, originalmente lançado em 2005 pelo PATUX/UnB.
Se tiver qualquer sugestão, correção ou pergunta a respeito do tutorial, por favor entre em contato conosco através do email
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, ou diretamente com o autor Felipe Scarel em seu email
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Edit: Agradecemos ainda a cortesia do BR-Linux por publicar notícia referente ao lançamento do tutorial.